Fala do Mestre 1

Beiran expulsando demônios.

Em mais uma sessão onde a palavra épico foi reescrita, nossos aventureiros concluíram com louvor sua missão de purificar e lacrar o nascimento de uma passagem para os planos inferiores aberta por recentes eventos envolvendo o intrépido gordinho Beiran.

Reduzidos em suas forças, restou a Beiran lutar contra aquilo que ameaçava dominá-lo para sempre. Ao mesmo tempo, combates em torno do ritual seguiam-se e apenas a orientação da nobre elfa tecelã transmitia alguma chance de sucesso ao feito improvisado pelos harpistas.


Enquanto Criegan morria bravamente ao lado de Evendur, Varn enfrentava desesperadamente os drows que lhe cabiam e Mortus, após vencer seu solitário inimigo, lançava-se a clamar pelos espíritos que não podiam descansar.


No centro do frágil ritual, a força de vontade de Beiran terminava por expulsar de si a presença diabólica que agora pairava, contida pelas rochas da fé de Hutgard. Tendo falhado em dominar o anão, o espírito conseguiu se apossar de Hawke.


Tendo percebido o peso de sua responsabilidade, sem poder contar com a ajuda de Ily'Aleera, que segurava em suas próprias mãos a vida de todos os audaciosos ritualistas, Beiran impôs sua vontade ao demônio e o trouxe para dentro de si novamente. Os mortos sem descanso invocados por Mortus usando toda a sua fé surgiam do chão no círculo interior do ritual e nem mesmo Ishmael ousava fazer algo visto que fortalecia com a sua fé o círculo de pedras que agora brilhava.


Em um ato de fé, Beiran clama pela vitória e esta responde. As energias infundidas em seu corpo são grandiosas demais e o ladino sente seu fim chegar. Exasperado, Ishmael clama que o sol não permita e um embate entre o Sol e a Vitória ocorre.


A Vitória triunfa e oferece à Beiran uma segunda chance em troca de seguir o mais terrível dos dogmas. Ao mesmo tempo, Ela desafia o Senhor do Amanhecer pela vida de Ishmael. Na casa dos deuses, Tymora e Lathander trocam ameaças veladas e um rumor de guerra inicia-se. Lathander toma uma decisão e indispõe-se contra Kelemvor. Tymora sugere que irá apoiar o jovem deus na Guerra Santa que virá. A contenda é resolvida, mas Tymora parece já ter tomado seu partido.


Lathander é punido por Ao e apresenta seu primeiro lapso de tempo. Shar age nas sombras e apenas Helm a vê.


Enquanto isso, Ishmael renasce de si mesmo e seu passado é reescrito. Exaustos, mas vitoriosos, os heróis seguem para um templo de Mielikki onde conhecem o Antigo Carvalho, supremo hierofante de Faerûn, vivo desde a chegada dos elfos há mais de 20 mil anos. Em contato com tal existência atemporal, Ily'Aleera descobre como salvar o jovem elfo selvagem da maldição que o tomou e parte com Lithanm em uma missão suicida: atravessar uma área dominada por drows e membros da Lâmina Gloriosa do Povo para então mergulhar em Lago Sember, encontrar uma passagem aquática que os leve até um temível lugar: um nodo onde em seu centro encontram-se as Lágrimas de Lolth, águas capazes de matar qualquer coisa com a qual entrem em contato.


Enquanto isso, Edriel prega peças em todos na clareira mielikita e quase suas travessuras levam à perda de todos os Frutos Sagrados Seculares, artefatos naturais mágicos. Beiran come 4 destes artefatos e só os deuses sabem o que poderá acontecer daqui para a frente.


Os aventureiros preparam-se. Ainda há locais a serem purificados. Ao mesmo tempo, a corajosa elfa do sol ruma na direção de sua possível morte. O que nos aguarda próxima sessão?

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