Depois da incursão do grupo Belarn-Tamassir, e a possível resolução de toda a campanha, estudos e relatos afirmam que a família Tamassir foi aos poucos caindo em desgraça. Os filhos das gerações seguintes, independente de serem humanos ou não, nasciam com um tipo de doença que reduzia sua vida em vinte anos e a cada geração esse número ia aumentando. Mesmo os meio-elfos entre os parentes Tamassir não conseguiram se salvar de tal maldição – pesquisas sugerem que a doença tinha natureza arcana e foi chamada de “Peste Tamassir”. Quando da queda de Netheril, a família já havia sido praticamente esquecida por boa parte dos nobres, sendo lembrada somente por elfos, ou em documentos de estudos clericais e por alguns magos.

A família Belarn, por sua vez, continuou a existir através dos filhos de Elmedech, o irmão de Abrahan. Ele manteve o brasão dado pelos Tamassir, aproveitando-se da honraria para participar de torneios de cavalaria e melhor se relacionar com nobres da época, mesmo que não fosse considerado como igual.

Relatos históricos sugerem que os netos desse rapaz teriam se encontrado com uma meio-elfo e um paladino – os quais carregavam cinco crianças, duas meio-elfos, duas humanas e uma que se assemelhava aos humanos, mas que é descrita como “diferente” – e que esses dois teriam treinado esses jovens e os incumbido de uma missão: proteger as crianças que eles traziam. Desde então, relatos sobre os Tamassir desaparecem completamente e somente a família Belarn tem seu nome em linhas históricas, muitas vezes ligadas a exércitos e milícias menores.

O Caminhante em Mulhorand.

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